Ao sofrer um trauma cirúrgico, nosso corpo tenta imediatamente reparar a lesão e inicia uma sequência de reações que naturalmente se sucedem até a conclusão da cicatrização. . “Todas as feridas, sejam o resultado de cirurgia ou traumatismo, avançam por meio da mesma sequência e processo de reparo, mas podem, contudo, variar acentuadamente no resultado estético e funcional final.” (CHAITOW, Leon. 2017) . Para que haja mobilidade tecidual ou “flexibilidade”, o tecido precisa estar livre de limitações, como acontece por exemplo na presença de aderências. . A presença de fibroses ou cicatrizes excessivas, faz com que os tecidos se tornem mais rígidos. Tecidos rígidos aprisionam nervos, pele, músculos e até articulações, podendo comprometer a funcionalidade. Esses tecidos, têm maior chance de sofrer micro traumas e entrar em um ciclo que não permite com que a cicatrização seja finalizada. . Para abordar especificamente estes tecidos tão particulares, utilizamos uma estratégica terapêutica baseada na fisiologia do processo de reparo, visando restaurar a mobilidade das interfaces teciduais, normalizar as cargas mecânicas, favorecendo o metabolismo mediante a lesão. Esta abordagem é denominada LTF®️, e é exclusiva da fisioterapia. @liberacao.tecidual.funcional . Esta estratégia de tratamento não estimula a síntese de colágeno (principal componente das fibroses), não provoca dor (respeita a neurofisiologia e mecanobiologia) conduzindo o processo de reparo, alcançando assim o resultado esperado. . Sendo assim, é importante manter os tecidos cicatriciais funcionais, com mobilidade, para que não se tornem “frágeis” e susceptíveis à micro traumas. . Texto por: @posoperatoriosinopltf e @karinrigo.fisio . #institutomarianealtomare #credenciadasIMA #liberaçãotecidualfuncional #LTF #fisioemtecidoscicatriciais #fisioemcirurgiaplastica #dicadoIMA #fisioemtecidoscicatriciais #mecanobiologia #terapiamanual

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *